Aqui é um lugar que se cultiva a solidariedade e se busca contribuir para a construção de um país e um mundo melhores e mais justos.

Na Associação Cultural José Martí do Espírito Santo – ACJM/ES reunimos pessoas e outras entidades da sociedade civil imbuídas desses propósitos e que compreende que a riqueza produzida pelo trabalho humano deve ser distribuída de forma mais justa e que garanta uma vida digna para todos e todas, ao mesmo tempo que defende a autodeterminação e soberania de todos os povos.Somos alinhado ao Instituto Cubano de Amizade com o Povos – ICAP, sediado em Cuba, que coordena o trabalho de solidariedade no plano mundial


Missão
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Temos como nosso principal objetivo o apoio à revolução cubana e em consequência disso nos solidarizamos com sua luta e a luta de seu povo contra as tentativas dos Estados Unidos e outros países imperialistas em derrotar a soberania e o socialismo conquistados a partir da vitória do Movimento 26 de julho sobre a ditadura do Fulgêncio Batista, em 1º de Janeiro de 1959. Dois grandes marcos dessa luta são as exigências são o encerramento do infame bloqueio comercial imposto a Cuba pelos EUA a mais de 50 anos e o fechamento da prisão de Guantânamo e devolução daquele enclave imperialista ao Estado Cubano.

Nos solidarizamos também com todos os povos que lutam pela sua emancipação e soberania, em especial na América latina e Caribe, contribuindo para a defesa e fortalecimento de governos e movimentos políticos nacionais que optam por alternativas anti-imperialista de desenvolvimento, que garantam distribuição de riquezas e justiça social para todo o povo, como são os casos dos atuais governos da Venezuela, Bolívia, Nicarágua, El Salvador e Uruguai e forças progressistas e de esquerda de outros países como Brasil, Argentina, Honduras, entre outros, que lutam contra o neoliberalismo que ora hegemonizam os governos locais.

No Brasil, em especial, nos solidarizamos e nos aliamos com as forças que lutam contra o golpe de Estado que afastou a presidenta Dilma da presidência da república e avança na destruição da Constituição cidadã e dos direitos dos trabalhadores, trabalhadoras e de todo o povo.

Este site destina-se a difundir informações sobre Cuba, contrapondo-se à narrativa única que os meios de comunicação oligopolizados no Brasil tentam impor com verdade, ao mesmo tempo que objetiva difundir e preservar a amizade e defender os interesses do povo cubano e da América Latina no Brasil.

JOSÉ JULIÁN MARTÍ Y PÉREZ (JOSÉ MARTÍ)
Há quase 165 anos, no dia 28 de janeiro de 1853 nasceu em Havana o herói cubano, poeta, escritor, orador e jornalista José Julian Martí Perez, que é o grande mártir da independência de Cuba em relação à Espanha. É também considerado um dos maiores pensadores latino-americanos do século XIX.

Aos 16 anos, junto com seu amigo Fermin Valdés, lança o diário El Diablo Cojuelo, por intermédio do qual ataca o sistema colonial e luta pela soberania de Cuba. Nesse diário escreveu: “Os direitos se tomam, não se pedem; se arrancam, não se mendigam”.
Em um de seus poemas, parece antever seu destino: “Oh! Que doce é morrer quando se morre lutando audaz para defender a pátria”.

Sobre ele, vale citar um trecho inicial de um artigo escrito por Frei Betto em sua página, intitulado : Martí e a Revolução Cubana.

“A história da América Latina é rica em líderes sociais que encarnaram, em ideias e atitudes, utopias libertárias. Raros, entretanto, aqueles que, se por milagre ressuscitassem do túmulo, se deparariam com a realização efetiva de seus sonhos e projetos. Um deles é José Martí, que veria na Revolução Cubana que seu sacrifício não foi em vão – morreu de armas nas mãos, em 1895, defendendo a emancipação de Cuba do domínio espanhol.”
“Sua luta disseminou raízes que floresceram no projeto de soberania e libertação nacionais, com expressiva ressonância internacionalista, realizado pelo povo cubano nas últimas seis décadas, sob a liderança dos irmãos Fidel e Raúl Castro.”

“Graças a Martí, a Revolução Cubana preservou a sua cubanidade, a sua originalidade, sem se deixar engessar por conceitos dogmáticos que, em outros países socialistas, produziram tão nefastas consequências. Martí tinha o dom de ser um homem de ação sem deixar de ser um intelectual refinado, um pragmático e um espiritualista. Jamais perdeu o senso crítico e mesmo autocrítico.”

José Martí tomba em combate contra as tropas espanholas no dia 19 de maio de 1895, aos 42 anos. 

“Sua luta disseminou raízes que floresceram no projeto de soberania e libertação nacionais, com expressiva ressonância internacionalista, realizado pelo povo cubano nas últimas seis décadas, sob a liderança dos irmãos Fidel e Raúl Castro.”
Frei Beto